NEO PI
O NEO PI captura, contextualiza e preserva cada leitura de cada sensor, máquina e equipamento da planta — e devolve esse histórico como uma fonte única de verdade, consultável e auditável.


Principais recursos
O NEO PI não é um banco de dados de sensores. É a memória da sua fábrica: o que aconteceu, quando, com que qualidade de medição, e sob qual ativo do processo.
O nome não é acidental. O NEO PI ocupa o mesmo papel que um process information system clássico ocupa numa planta — com uma diferença: nasceu para operar dentro de um ecossistema regulado, integrado ao registro eletrônico de lote.
Veja em funcionamento
Uma passagem pelo console: dashboard ao vivo, navegação por ativos, tendências e trilha de auditoria.
Conexões
Quando o formato é proprietário: codecs
Nem todo fabricante segue um padrão. Um codec é uma expressão declarativa que traduz o payload bruto do fornecedor em medições — configurada pela interface, testada antes de salvar, com rascunho assistido por IA a partir de uma amostra do payload. Na prática: um equipamento que envia {"temp_raw":247} passa a registrar 24,7 °C sem uma linha de código e sem esperar release.
O dado também sai: forwarding
Regras de encaminhamento entregam leituras a sistemas externos por webhook (com assinatura HMAC e autenticação por token) ou publicação MQTT, com transformação opcional do payload, envio em lote, fila durável de retentativa e desligamento automático em caso de falha persistente do destino.
Contexto, não um identificador
Navegue por planta › área › ativo em vez de por um identificador bruto de dispositivo. Cada elemento carrega suas medições ao vivo, suas propriedades e suas permissões.

Tendências sobrepostas
Vários sensores no mesmo gráfico em qualquer intervalo de datas, com agregações de bruto a mensal e exportação CSV.

Integração com o NEO EBR
O registro eletrônico de lote conduz a execução do processo produtivo: procedimentos, ordens de trabalho, controles em processo. Historicamente, os valores de processo chegam a esse registro por transcrição manual — o operador lê o mostrador e digita. Esse é, simultaneamente, o passo mais lento e o mais frágil do registro: sujeito a erro de leitura, erro de digitação e atraso, e exige revisão de segunda pessoa justamente por isso.
Com o NEO PI, o valor vem do historiador:
- o controle em processo do NEO EBR lê a medição diretamente do ativo correspondente no PI
- o valor chega com carimbo de tempo e qualidade de origem, não com o horário em que alguém digitou
- o registro de lote passa a apontar para um dado imutável e rastreável até o evento bruto
- desvios de faixa ficam evidentes contra o histórico completo, não contra um ponto isolado
O EBR consome o PI pela Read API: um namespace navegável (site/área/ativo/medição), leitura de valor atual, consulta de histórico com agregações e assinatura de eventos ao vivo por SSE — tudo autenticado por chaves de leitura com escopo, que limitam cada consumidor exatamente aos ativos e medições que lhe cabem.
Essa API é um protocolo aberto, e nada nela é específico do NEO. O NEO W&D lê dela os pesos de dispensação da mesma forma, e qualquer sistema de terceiros — MES, LIMS, ERP, uma ferramenta de BI — consome por REST e SSE puros. O PI é uma camada que a sua planta possui, não um componente cativo de uma suíte.
Como o dado flui
O dado entra por qualquer um dos protocolos, é preservado bruto, ganha contexto de ativo no Asset Framework e sai por três caminhos.
- Máquinas e CLPsreatores · linhas · envase — OPC-UA, OPC-DA
- Equipamentoscâmaras frias · autoclaves · estufas de estabilidade — LoRaWAN
- Dispositivos IoTsensores sem fio · gateways — MQTT, HTTP, codecs
- Ingestãobruto preservado, imutável
- Série temporalcatálogo de tags · agregações
- Asset Framework / UNSsite › área › ativo › medição
- NEO EBRregistro de lote — Read API, chave com escopo
- NEO W&Dpesagem e dispensação — mesma API aberta
- Operação e Qualidadetendências · investigação
- Sistemas de terceirosMES · LIMS · ERP · BI — REST, SSE, encaminhamento
O que cada área ganha
- Dado bruto imutável e eternoO evento original nunca é apagado nem editado. Qualquer número exibido pode ser rastreado até o que o dispositivo efetivamente enviou.
- Trilha de auditoria encadeada por hashAlterações de configuração são registradas de forma encadeada, com verificação de integridade — adulteração retroativa é detectável.
- Assinatura eletrônica (21 CFR Parte 11)Nas operações sensíveis, com PIN de assinatura distinto da senha de acesso e significado declarado no ato.
- Tempo real de verdadeLeituras aparecem conforme chegam, sem recarregar a tela.
- Recuperação de falhasEventos que não puderam ser decodificados ficam visíveis e podem ser reprocessados após a correção — nada se perde silenciosamente.
- Permissões por papelCom papéis customizáveis pela própria organização.
- Sem troca do parque instaladoCinco protocolos nativos mais codecs para o resto.
- Sem gaiolaO dado sai por API, encaminhamento e assinatura ao vivo — o PI é uma camada, não um destino final.
- Alinhado a Unified NamespaceISA-95 / IEC-62264: hierarquia semântica, estado atual, ingestão orientada a evento e publicação desacoplada. Implantação em contêiner, multi-arquitetura.
- Menos transcrição manualNo registro de lote — menos erro, menos retrabalho, menos tempo de revisão.
- Investigação de desvio mais curtaO histórico está contextualizado e disponível, não espalhado por dataloggers e planilhas.
- Base para o que vem depoisMonitoramento contínuo, análise de tendência e alarmes de processo passam a ter de onde ler.